Devlog · Episódio 9
A torre de 210 andares e as Portas
O jogo tem uma torre que sobe sem fim aparente e Portas que levam a lugares fechados. Mostro como pensei cada peça do cenário.

Uma torre de 210 andares
A Torre tem 210 andares. É muita coisa para subir, e eu sabia que o maior risco era ela cansar o jogador. Subir andar após andar tudo igual seria um tédio. Por isso, cada trecho da Torre tem uma peça de cenário que muda o clima, para você sentir que está indo a algum lugar, e não só repetindo a mesma sala.


As peças que marcam o caminho
Eu escolhi poucas peças, mas bem grandes. Uma costela enorme, que deixa claro que algo gigantesco existiu aqui. Um andaime em chamas, como se a obra tivesse sido interrompida pelo fogo. E uma torre de referência, para o jogador sempre saber onde está em relação ao resto.


As Portas
As Portas são outra coisa. Cada uma leva a um lugar selado, com regras próprias e chefes próprios. Não é a Torre repetida, é um mundo à parte.
A ideia é que cada Porta tenha um desenho que dê uma pista do que espera do outro lado. Você olha para ela e já desconfia se vai ser escuro, quente ou cheio de bichos. A pista está no desenho, e é isso que quero que o jogador aprenda a ler.

O convite
Eu não vou mostrar o interior das Portas aqui. Isso fica para quem entrar. O convite é este: antes de atravessar a primeira Porta, pare e olhe bem para o desenho dela. Ele já está contando alguma coisa.
No próximo episódio eu falo da guerra de clãs.